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The Possession of Hannah Grace, de Diederik Van Rooijen

Com Shay Mitchell, Grey Damon, Kirby Johnson, Nick Thune e Stana Katic.

É incrível o que o gênero terror é capaz de fazer! Sua reciclagem para abraçar todos os públicos é impressionante. Vai desde o mais exigente aos que preferem a galhofa ou apenas comer pipoca pagando o olho da cara no shopping.

Já adianto a vocês, caros leitores, Cadáver é um dos piores, se não o pior filme do gênero de 2018 – e olha que esse ano tivemos belas “bombas”, o que faz dessa “pérola” um exercício de paciência e ódio próprio só por ter saído de casa.

Perdoe-me se não me estender muito, mas até para vocês leitores, perder mais de 2 minutos lendo essa resenha, com certeza é perder dinheiro e tempo, então vamos rapidinho.

A história de Cadáver começa com um prólogo tão ruim que logo de cara já vemos a ‘’cagada’’ que estamos nos metendo: uma menina está sendo exorcizada e seu desfecho resulta numa morte ridícula. O filme avança por três meses e nos deparamos com nossa gloriosa atriz, vivida por Shay Mitchell (da série Pretty Little Liars), uma policial que tem traumas do passado e aceita trabalhar no necrotério de um hospital em Boston, com a desculpa de se isolar e se curar!!!! (Meio bizarro essa escolha, mas ok).

Eis que chega para análise de óbito, o corpo da menina, e realmente o seu aspecto é de dar medo. A partir daí, coisas sobrenaturais vão deixar nossa policial a questionar sua sanidade.

Ok, estamos entendidos?

A partir daí o filme coloca situações tão, mas tão bizarras, onde sua estrutura narrativa e principalmente o roteiro fazem de você, espectador, um verdadeiro imbecil. É como me senti, um acéfalo, dada as decisões ridículas que o roteiro apresenta.

Ah, como eu adoraria encher vocês de spoilers e levantar situações ridículas do roteiro, mas como critico vou seguir a ética e me segurar, mas não posso deixar de passar a postura dos seguranças do Hospital, que é altamente lamentável, pois algumas mortes acontecem e absolutamente ninguém sente falta dos mesmos; a postura incrédula dos médicos aos fatos reais que estão acontecendo, fazendo nossa atriz achar que está louca… Enfim acho que já está bom.

Com uma direção primária, sustos batidos, onde nem a atmosfera – que tinha tudo para funcionar – acontece. Cadáver tinha que ser lançado, obviamente, em home vídeo e nos poupar de sair de casa e encarar os perigos da nossa cidade.

Desculpem, mas cansei de escrever sobre esse filme.

Marcelo Perelo

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